• Fernand Lodi

Unimed Vale do Aço e ARMVA iniciam diálogo para mudanças no acesso ao HMU



Dr. José Maurício Nolasco, diretor-presidente daUnimed Vale do Aço, e Gleidson Dias, gerente-executivo hospitalar, receberam João Luiz Teixeira, diretor da ARMVA, no HMU


O acesso ao Hospital Metropolitano Unimed, em Coronel Fabriciano, pode se tornar mais simples. Uma reunião realizada entre o diretor-presidente da cooperativa, Dr. José Maurício Nolasco, o gerente-executivo hospitalar, Gleidson Dias, e o diretor da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Aço, João Luiz Teixeira, debateu questões sobre o assunto.


O encontro, realizado a convite da Singular, ocorreu na tarde da última sexta-feira (05).


O gerente-executivo hospitalar, Gleidson Dias, apresentou dois projetos que viabilizariam o acesso de pacientes, médicos e colaboradores a unidade de saúde. Nas duas propostas, foram pensadas maneiras de alterar o trânsito no local e promover o desenvolvimento dos bairros no entorno.


“A ideia é facilitar a chegada ao HMU e consequentemente melhorar o acesso da população aos bairros vizinhos. Construímos o hospital em um local estratégico, bem no centro do Vale do Aço. Estamos há menos de 1km do anel rodoviário da BR-381, mas não temos acesso a ele.


Apresentamos projetos que mudariam essa realidade e permitiriam que com 10 minutos os moradores do entorno e os usuários do hospital cheguem centro de Ipatinga, por exemplo”, explicou Gleidson Dias.


Para João Luiz Teixeira, a construção do acesso está em concordância com os trabalhos da Agência de impulsionar o desenvolvimento da região.


“Nós entendemos o papel que a Unimed Vale do Aço desempenha e sua contribuição para a saúde na região. A proposta apresentada pela diretoria da cooperativa é viável e melhoraria as condições de acesso não apenas aos usuários do hospital, mas de toda a população no entorno, promovendo até mesmo uma valorização do bairro. E a Agência Metropolitana está aqui para viabilizar o diálogo entre instituições e o Estado e estimular mudanças para o crescimento da região”, afirmou o diretor da ARMVA.


Durante a conversa, o diretor-presidente da Unimed pontuou a atribuição da rede privada de saúde no Brasil.


“Hoje a saúde suplementar em nosso país atua como uma alternativa de obtenção de serviços assistenciais para a população. Com todas as dificuldades enfrentadas pelos governos, sabemos que o Sistema Único de Saúde (SUS) não teria condições de suprir a demanda de atendimentos caso não existisse o setor privado. Dessa forma, a Saúde Suplementar tornou-se indispensável para o Estado que não teria como suportar a incorporação dos gastos desse setor no orçamento”, afirmou.


De acordo com o diretor-presidente, a Unimed Vale do Aço tem um papel fundamental nos atendimentos em saúde. “Nossa cooperativa abrange 14 municípios da região e só no ano de 2018 foram cerca de 70 mil atendimentos, com mais de 300 mil exames laboratoriais e 80 mil consultas.


Além disso temos inúmeros projetos de responsabilidade social, que também beneficiam várias instituições e entidades. Se olharmos em nível de Brasil, o Sistema Unimed tem abrangência em mais de 80% do território nacional, prestando atendimentos a inúmeros brasileiros”, destacou.


O projeto apresentado pela cooperativa será revisado e encaminhado a Agência Metropolitana.

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