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Aperam inaugura novo acesso e elimina mais de 15 mil viagens de caminhões por ano pelas vias de Timóteo (MG)

  • Foto do escritor: Fernand Lodi
    Fernand Lodi
  • há 5 horas
  • 2 min de leitura


Projeto reduz emissões de gases de efeito estufa, economiza diesel e utiliza concreto ecológico feito com escória de alto-forno


A Aperam inaugurou, nesta quarta-feira (6/5), um novo acesso interno de 360 metros que conecta a Usina de Timóteo ao Pátio de Matérias Primas nº 3, reduzindo a circulação externa de caminhões pela Avenida Belo Horizonte, no bairro Cachoeira do Vale, para movimentação de insumos e coprodutos.


Com o novo trajeto, a Aperam deixará de realizar mais de 15 mil viagens anuais pelas ruas da cidade. A mudança reduz o consumo de diesel em cerca de 70 mil litros por ano e evita a emissão de cerca de 31 toneladas de gases de efeito estufa no mesmo período.


O percurso anterior era de cerca de 3 quilômetros, quase 10 vezes maior do que a nova ligação interna.


Além de diminuir o tráfego urbano e melhorar a fluidez viária para os moradores da região, a solução reduz burocracias internas, como a necessidade de emissão de notas fiscais e procedimentos de pesagem, já que os caminhões não deixarão mais a planta industrial.


Segundo Glautiere Paiva, gerente de Sustentabilidade na Aperam South America, os ganhos são múltiplos. “Este projeto não é apenas uma obra de engenharia viária.


É um marco de integração logística que beneficia simultaneamente a empresa, a comunidade e o meio ambiente. Reduzimos custos, aumentamos a eficiência operacional e, principalmente, minimizamos impactos urbanos e ambientais”, enfatiza.


Economia Circular


A pavimentação do acesso foi construída integralmente com o EcoPiso, um concreto reforçado com macrofibras que incorporou 62,5 toneladas de escória de alto-forno, transformando um coproduto em infraestrutura de alto desempenho.


Susana Moreira, gerente de Economia Circular e Estratégia Ambiental da Aperam, explica: “a escória agora se transforma em um concreto resistente e sustentável.


Estamos avançando para otimizar ainda mais o traço, com menor uso de cimento e maior aproveitamento da capacidade aglomerante da escória.” A via foi projetada para durar 20 anos.

Além da pavimentação, EcoBlocos e gabiões - gaiolas ou cestos de malha de arame galvanizado preenchidos com material sólido - foram utilizados para a contenção de taludes. Ainda de acordo com Susana, “a escória fornece peso e estabilidade aos gabiões, cumprindo a mesma função da pedra natural, mas com menor impacto ambiental.”


“Nosso objetivo é expandir o uso do EcoPiso e do EcoBloco internamente e incentivar o mercado a enxergar o valor da escória como insumo sustentável para diversas aplicações”, complementa a gerente.

 
 
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"Arte é a Prática da Verdade, do Bem e do Belo, ou seja, Ética, Filosofia e Estética em todos os Âmbitos da Vida"    Massararu Taniguchi/Filósofo Japonês

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