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Projeto Estação: quando o olhar do jovem transforma o território

  • Foto do escritor: Fernand Lodi
    Fernand Lodi
  • há 2 horas
  • 4 min de leitura

Com apoio da Vale, o projeto percorre a Estrada de Ferro Vitória a Minas revelando histórias, pessoas e paisagens pelo olhar da juventude


Há lugares por onde passam trilhos, mas também passam histórias de trabalho, de afeto, de resistência e de reinvenção.


Cidades marcadas pelo som do trem, pelo ritmo da indústria e pela vida cotidiana que se constroem ao redor da ferrovia. São nesses territórios que está presente o Projeto Estação.


Uma iniciativa cultural que entende a fotografia e o audiovisual como linguagens, encontros e pertencimento. Em 2026, o projeto chega aos municípios de Santa Bárbara, Timóteo, Coronel Fabriciano, Ipatinga, Santana do Paraíso, Belo Oriente, Naque e Periquito.


O projeto Estação, desenvolvido pela Horus e com apoio da Vale e ANTT, retrata e valoriza saberes, patrimônios e memórias a partir do olhar de quem vive o território.


Jovens de 16 a 25 anos assumem aqui o papel de protagonistas. São eles os grandes artistas do projeto. Com um celular nas mãos, novas ferramentas e sensibilidade no olhar, aprendem através da fotografia a contar histórias — dos lugares e, principalmente, das pessoas que habitam essas localidades.


No Estação, cada fotografia é também um relato. As imagens registram memórias, gestos, ofícios e afetos. Aquilo e aqueles que são fotografados passam a fazer parte da narrativa e suas histórias atravessam todas as etapas do projeto — do levantamento cultural às oficinas, das ruas às exposições, do território físico ao digital.


Um projeto que cria raízes


O Estação não chega, passa e desaparece. Ele permanece. Ao desembarcar e ocupar cidades que margeiam a Estrada de Ferro Vitória a Minas, o projeto se integra ao cotidiano local, constrói vínculos, dá visibilidade para histórias e procura se tornar parte da própria memória de cada território.


Em 2025, primeiro ano do projeto, o Estação percorreu as cidades mineiras ao longo da EFVM, passando por Belo Horizonte, Barão de Cocais, Rio Piracicaba, João Monlevade, Itabira, Nova Era e Antônio Dias.


O projeto acontece por meio de oficinas online e presenciais, encontros formativos e muita troca de conhecimento. São 192 horas de atividades, organizados em oito turmas, com um total de 80 jovens entre 16 e 25 anos. Jovens com o desejo fotografar com o celular e transformar esse interesse em expressão artística, formação e novas possibilidades.


Os participantes selecionados recebem um Kit Aluno completo — camisa, crachá, apostila, bloco e certificado — além de bolsas-incentivo, garantindo acesso real e democrático. Tudo isso de forma totalmente gratuita, reforçando o compromisso do projeto com diversidade, inclusão, formação profissional, economia criativa local e preservação da memória.


No projeto Estação, a criação ultrapassa as telas das aulas virtuais.


As fotografias produzidas pelos alunos ocupam o espaço urbano, transformando a paisagem cotidiana. Imagens viram cartazes, adesivos e intervenções visuais que tomam as ruas e convidam a cidade a se enxergar de outra forma.


Além das atividades formativas, o projeto realizou, em 2025, 7 instalações artísticas, 1 exposição de artes visuais, mostra de cinema e roda de conversa, além da produção de uma galeria virtual, reunindo 240 fotografias artísticas e 8 curtas-metragens.


Mais de 700 visitantes circularam pelas ações presenciais e mais de 8000 pessoas visitam os ambientes virtuais, ampliando o diálogo entre arte, memória e comunidade.


Todas as etapas desse percurso ficaram registradas e seguem disponíveis nas redes do projeto e também nos próprios territórios, por meio de ações presenciais, instalações e devolutivas culturais. O Estação passou a fazer parte desses lugares — e esses lugares passaram a fazer parte do Estação.


Segundo ano: o caminho e as transformações continuam


Em 2026, o Estação realiza seu segundo ano, aprofundando relações e ampliando seu alcance. Ao longo do ano, o projeto percorre novamente cidades que margeiam a Estrada de Ferro Vitória a Minas.


Dessa vez, os municípios de Santa Bárbara, Timóteo, Coronel Fabriciano, Ipatinga, Santana do Paraíso, Belo Oriente, Naque e Periquito, totalizando mais 8 paradas e fortalecendo o vínculo entre juventude, território e memória ferroviária.


Novas oficinas, registros, ocupações urbanas, produções audiovisuais e ações de devolutiva seguem sendo realizadas, sempre com acesso livre e compartilhamento amplo.


Para idealizador e coordenador geral do projeto “ao incentivar jovens a registrar seus territórios e suas pessoas, o projeto constrói um acervo afetivo contemporâneo feito por quem vive a realidade retratada; preserva histórias e fortalece vínculos comunitários; reforça a identidade e constrói pertencimento; e abre caminhos. Afinal, quando o jovem muda o enquadramento, tudo muda”, afirma Preto Filho.


A Vale, como concessionária da Estrada de Ferro Vitória a Minas, tem fomentado a aplicação de recursos em iniciativas de alto impacto histórico e social, com projetos que promovem a valorização, documentação e revitalização do legado ferroviário nacional.


A atuação conjunta entre a Vale, a Horus e a ANTT fortalece o compromisso com a preservação da memória ferroviária, contribuindo para o desenvolvimento cultural das comunidades e para o reconhecimento da importância das ferrovias na formação do Brasil.


Serviço:

Instagram | @projeto_estacao

Facebook  |  estacao.projeto

Tiktok  |  projeto_estacao

YouTube  | Projeto_estacao

Dúvidas e esclarecimentos:

e-mail: estacao.efvm@gmail.com/Whastapp: (31) 98467-8686/Contato para imprensa e meios de veiculação: Edu Lopes: (21) 98251-1077 (whatsapp)


 
 
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"Arte é a Prática da Verdade, do Bem e do Belo, ou seja, Ética, Filosofia e Estética em todos os Âmbitos da Vida"    Massararu Taniguchi/Filósofo Japonês

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